Aniversário do Tratado de SimulambucoAfirmamo-nos, por consequência, como legítimos herdeiros dos Reinos de Ngoio, Kakongo e Loango !


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Editorial
CARTA ABERTA A MAWETE JOÃO BAPTISTA - GOVERNADOR DE CABINDA | Versão para impressão |  Enviar por E-mail
Editorial

CARTA ABERTA
A MAWETE JOÃO BAPTISTA
GOVERNADOR DE CABINDA

José Marcos MavungoVinte e dois de Maio, limiar do Dia-da-África, revelou a pobreza da política e a política pobre. Alessandro Manzoni declarava: A quem não se deu coragem, não pode tê-la. Nós, contudo, não precisamos de  coragem por não termos de encher a alma para enfrentar uma legião de combatentes. Apenas homens de ideias,  de convicções e, sem vergonha, cabindas.
Senhor Governador, devíamos ter algo que nos unisse: o pertencermos a uma sociedade, talvez, a mesma. Isto implicaria mesmos direitos e deveres, maugrado funções diferentes. Esta condição, base do nosso operar,  far-nos-ia  seres da política e, mutatis mutandi, animadores conscientes da mesma.

Vimos, no entanto, o que nos diferencia: enquanto o senhor é instrumento de uma política, nós somos frutos da consciência do ser-político. Daí V. Excia não precisar da criatividade que a política exige, porque, ao matar a política na sua essência  sine qua non participativa, tornou-se um anti-politica. Isto faz de V. Excia  um anti-cultura, um alérgico à história, um cego à evolução do mundo, um impenetrável ao diálogo, um incapaz de ler a história e, finalmente, um anti-cabinda primário.
A criatividade da política engendra ideias. Estas abrem espaço ao intercâmbio, à evolução e à descoberta do OUTRO.  Este não é um Objecto, mas Sujeito (Gabriel Marcel).
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CORRUPÇÃO, DEGENERAÇÃO E MANIPULAÇÃO EM CABINDA – DE BENTO BEMBE A NZITA MBEMBA | Versão para impressão |  Enviar por E-mail
Editorial

 Em Fevereiro deste ano, Eduardo dos Santos, presidente da República de Angola, recebeu em audiência, em Luanda, em plena luz do dia e sob os fachos dos holofotes dos média, Nzita Mbemba, filho de Nzita Tiago.

 

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O ENCONTRO DO TRAIDOR E DO ALGOZ | Versão para impressão |  Enviar por E-mail
Editorial

 Dentro de algumas horas, o presidente angolano Eduardo dos Santos iniciará uma visita oficial a Portugal.

 Será uma ocasião especial para os dois países estreitarem as suas relações, balizarem a sua caminhada conjunta no domínio da cooperação e perspectivarem o futuro. Mas a oportunidade deverá também levá-los a aplanarem eventuais divergências e a recordarem o passado, pois não se pode preparar o futuro sem ter presente o passado.

 Infelizmente, ambos os países preferem esquecer grande parte do seu passado comum, sobretudo o da fraterna e colonização e o da consequente descolonização exemplar. Mas isso não impede que as relações actuais sejam excelentes.

 Pudera! Elas constroem-se sobre o dorso de Cabinda, cujo passado (da colonização/descolonização/recolonização exemplar) continua vivo, presente e actuante.

 Para os Cabindas, a visita de Eduardo dos Santos a Portugal será apenas o encontro do traidor e do algoz!

 O traidor é aquele que faltou à palavra e violou o acordo de protectorado. O algoz é o seu cúmplice que, imbuído de arrogância, intolerância, insensibilidade e crueldade, massacra os Cabindas, com a conivência daquele e da comunidade internacional.

 Angola e Portugal, mancomunados e solidários contra Cabinda, têm uma derradeira oportunidade para, olhos nos olhos e corações nas mãos, longe dos holofotes e do sensacionalismo dos meios da comunicação social, se deixarem humanizar, terem

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O momento Urge | Versão para impressão |  Enviar por E-mail
Editorial

PADRE JORGE CONGO 

Caros Irmãos;

O momento Urge. Indiscutivelmente o Povo de Cabinda vê-se dividido em duas partes: a diáspora e o interior. Duas situações com a mesma carga Patriótica, apesar de diferentes. A história ensina-nos que a diáspora foi sempre o lugar e o espaço para se repensar a cultura, cimentar a identidade e fomentar os sonhos do futuro.

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